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Juci e Daniel

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Juci e Daniel

Sobre os noivos

Por Ana Luca (irmã e madrinha da noiva)

No Pátio do Templo de Ápolo em Delfos há a seguinte máxima: "Conhece a ti mesmo" - durante aos longos dos séculos foram atribuídos diversos significados a este preceito. Tomo a liberdade de interpretá-la da seguinte forma: na jornada da vida, nada é mais importante do que descobrir quem somos.

A Juci tem descoberto durante seus anos, divididos comigo em inúmeros e-mails, telefonemas, cafés, jantares e almoços ao longo das nossas vidas, que somos todos - individualmente - seres de igual importância diante do Universo. Ninguém abaixo, ninguém acima. Mas ainda assim, especiais. Especiais e únicos. Gosto da analogia usada no filme Hugo Cabret que diz: se o mundo é uma máquina, não há uma peça sobrando, todos temos uma função.

E por sermos especiais e únicos, muitas vezes se torna difícil encontrar as peças que nos encaixamos - no trabalho, na família, na sociedade, no amor... precisamos dessas peças - não para sermos completos, pois ninguém é uma peça incompleta, - mas para que possamos nos ver por inteiro.

E foi neste buscar de si mesma, olhando para dentro, que fez florescer o seu melhor. Se sentiu confortável sendo verdadeira, inteira.

Repleta de sonhos - todos os sonhos do mundo - minha garota coloca cor por onde passa, é poeta da ótica, porque enxerga, vê e percebe os pequenos milagres ao redor. É desorganizada, de riso fácil, humor ácido, respostas rápidas e espontâneas, que só as mentes criativas e inquietas podem ter. E só sendo inteiramente ela pôde ser encontrada.

O Daniel é essa métrica do poema desordenado, veio trazer a disciplina necessária para se alcançar os sonhos. Veio sonhar junto.

Obstinado, disciplinado, com ele veio o prazer das coisas simples. Veio uma família linda.

Parceiro para todas as coisas - das viagens à louça para lavar, do riso e do choro, da alegria e da tristeza, dos sucessos e dos fracassos. Sempre presente, mesmo nas ausências temporárias. É o abrigo que virou lar mesmo antes de uma casa.

O Dani não conheceu nossa mãe - mas foi para ele que ela veio em um sonho dizer que era necessário paciência. - A paciência é uma chave poderosa, e abre diversos portais de sabedoria - de como fazer a organização e a poesia viverem juntos, por exemplo. Que bela dança ordenada!

Eclesiastes 4 diz que é melhor sermos dois do que um. Porque quando um cair, o outro ajuda a levantar. E que dois quando dormem juntos, podem se aquecer...

E lá em corintios 13 soubemos que permanecem a fé, a esperança e o amor, mas o maior destes é o amor.

É hora de celebrar o encontro de dois e do amor; e de como essas peças alteram, reordenam e acrescem também em nossas vidas.

 

 

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